Biblioteca Virtual de Poesia

O ex-Presidente da Índia, Avul Pakir Jainulabdeen Abdul Kalam, definiu uma biblioteca virtual como o lugar “onde o passado encontra o presente e cria o futuro”. Em que pese o idealismo da definição, uma biblioteca virtual não é só isso. Ela representa a definitiva democratização do conhecimento, pois em apenas um ou dois cliques, qualquer pessoa pode ter acesso a estantes de bibliotecas do mundo todo, que colocam à disposição parte de seu acervo. Um acervo que cresce todos os dias e passa por cima dos interesses comerciais que ainda circundam o livro ou qualquer repositório de conhecimento.

O Banco da Poesia abre sua Biblioteca Virtual que será enriquecida gradativamente, por meio de pesquisa na Internet. Nossos leitores e correntistas estão convidados a sugerir outros endereços. Evidentemente, limitaremos nosso universo ao campo da poesia.

Também publicaremos os endereços de páginas dedicadas a poetas e poesia.

E iniciamos com o acervo do portal Domínio Público, mantido pelo governo federal, que guarda 21 obras de Fernando Pessoa, cujos endereços diretíssimos estão registrados abaixo. Para quem quiser conhecer todo o portal, basta clicar no logotipo.

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Obras de Fernando Pessoa

  1. Cancioneiro
  2. Cancioneiro
  3. Do Livro do Desassossego
  4. Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco.
  5. Livro do Desassossego
  6. Mensagem
  7. O Banqueiro Anarquista
  8. O Eu profundo e os outros Eus.
  9. O Guardador de Rebanhos
  10. O pastor amoroso
  11. Poemas Inconjuntos
  12. Poemas Traduzidos
  13. Poemas de Fernando Pessoa
  14. Poemas de Ricardo Reis
  15. Poemas de Ricardo Reis
  16. Poemas de Álvaro de Campos
  17. Poemas de Álvaro de Campos
  18. Poemas de Álvaro de Campos
  19. Poemas em Inglês
  20. Poesias Inéditas
  21. Primeiro Fausto

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Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes

http://www.cervantesvirtual.com/bib_autor/mbenedetti/

ou clique na foto

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Biblioteca Mundial Digital

http://www.wdl.org/pt/

ou clique no logo

20090421_biblioteca_mundial_digital

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Biblioteca Europeana

http://www.europeana.eu/portal/

ou clique no logo

LogoEuropeana

6 Respostas para “Biblioteca Virtual de Poesia

  1. Nadya Ribeiro Pinto

    Cleto, muito boa essa iniciativa de criar “BANCO DE POESIA”, que pelo visto demonstra ser de muita de boa qualidade e vai ao encontro do universo poético em todos os níveis possíveis. É um presente para nós todos que modestamente nascemos para a poesia. Parabéns!
    Nana

  2. Pingback: Os poetas não morrem « Banco da Poesia

  3. joão defreitas

    Cleto. Vivemos uma época difícil. Muita coisa interessante poderia ser inventada. Sua habilidade em sempre trazer inovações é muito importante, nesta época em que parece que tudo já foi inventado e nada mais resta a ser feito. Pena que tenhamos que nos preparar para viver o que nos resta, numa época tão conturbada e indefinida. Até os partidos políticos têm suas plataformas muito semelhantes, pois as ideologias se exauriram e no mundo atual dão a imprfessão que o que resta a fazer é procurar meios de protelar o fim. Parabéns pelo Banco da Poesia e muito sucesso, J.Defreitas

  4. CLETO, QUE BOM SABER DE VC.

    ESTADOS QUE ESTÃO.
    ESTADOS QUE NÃO ESTÃO.
    EIS O MISTE’RIO DA PINTURA
    PODER ESTAR EM ESTADOS QUE NÃO ESTÃO.

    JANETE FERNANDES

  5. Meus Pés (14/04/2011)

    Quando os meus pés falarem, todos saberão por onde andei, o que fiz e sobre os mundos em que pisei. Porém, de antemão, saibam todos que a sensibilidade viva é sentida apenas por eles. Vive-se tanto a cada pisada leve na grama, cada forte “pisão” no concreto quente das grandes cidades e a cada pegada na areia, deixadas pra trás com todas aquelas boas e más lembranças. Com a ajuda dos meus pés, fui astro-rei, astronauta, lunático, sonhador, pequeno príncipe, grande poeta das línguas mortas, mendigo e até mesmo dono do mundo.
    Ah, meus pés… Gosto tanto deles que sei de cada detalhe e marca entre meus dedos pequeninos e com formato arredondado – lembrando às vezes, pequenas bolinhas de gude cortadas ao meio. Recordo-me também, de cada boca onde ele esteve e de cada língua que não se conteve… Gosto dele limpo, sujo, seco, molhado, apenas gosto, simplesmente gosto. Quando meu passo é suave e silencioso, lembro-me de ser sempre um pássaro alçando vôos longínquos. Quando meu passo é bruto, lembro-me de ser sempre uma grande rocha fincada na terra. Ah, se eles falassem..! As pessoas saberiam tanto e tanto, a ponto de eu deixar de ser um segredo, mas enigma mesmo vem lá de baixo, onde estão os meus pés. Esses que suportam a massa corpórea minha e transliteram cada verso deixado por eles mesmos naquele grande livro que criei na minha imaginação, facilitando a compreensão de um todo. Cá estão eles, subindo, descendo, indo, voltando – incansáveis guerreiros meus.
    Já nem penso mais viver sem eles. Idéias absurdas surgem sempre, pelo simples fato de amá-los tanto e tanto que a cabeça gira em torno tão somente deles. Vigiando a minha introspecção, meus pés estão sempre aqui, ali, lá, aculá, sempre em todo lugar. Se eles falassem, o mundo riria mais, crianças chorariam menos e a vida duraria uma eternidade. “Mas, pés não falam e a alusão caótica que faço a mim mesmo é um mero sonho que acaba nunca..!”

    Mauri Zeügo

  6. Ademiltonn alves batista dos santos

    Berçário de estrela sobre o véu da noite.
    Dorme meu anjo feche os olhos que o sonho logo vem . Os bebês obedecem também . Fazes de lua a onda . Abraça a praia e beija o seus pés. Eu no oceano à deriva no convés, sei que me queres e espera a minha chegada.
    Sentada areia ouvindo o som do mar. Despertando a madrugada, os raios cruzam o céu com os primeiros raios de sol. Se chover agora é saudades de ti Mari sol.

    Título. Fases de lua.
    Autor. Ademilton Alves Batista dos Santos.
    Face. Milton Jhones

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