Amor platônico

Um pouco de música e poesia não faz mal a ninguém. Encontrei por aí, ou melhor, no Youtube, uma música que fala em metáforas e amores platônicos, o que lembra posts anteriores. A música é da cantora Julieta Venegas, que cresceu em Tijuana, Baixa Califórnia, EUA. Iniciou sua preparação musical estudando piano clássico, a partir dos oito anos de idade.

Filha de pais mexicanos, Julieta foi a única de cinco irmãos que se dedicou à música, razão pela qual, além das aulas de piano, também tomou aulas de teoria, canto e violoncelo, tanto na Escola de Música do Noroeste, como no South Western College de San Diego. (Saiba mais em biografia) Abaixo a letra original, com uma versão em português que fiz, com o video do Youtube.

Amores platónicos

Julieta Venegas, Estados Unidos da América do Norte

No me acercaré a tu jardín,
Nunca tocaré tu flor,
Es mejor la fantasía que me dio,
Tu leve cercanía y su color.

Nunca sospechaste la metáfora,
Y lo que puede lograr,
Nunca entenderás da suavidad,
De lo que no sabe adonde va.

Prefiero amores platónicos,
Consuelo de tontos solitarios,
Prefiero amores imposibles,
Consuelo de haber perdido demasiado.

Y así,
Con tu imagen me iré,
De la mano de haberte deseado tanto,
Mejor,
Desenvaino una melodía,
Para hacerle los honores a tu fantasía.

Prefiero amores platónicos,
Consuelo de tontos solitarios,
Prefiero amores imposibles,
Consuelo de haber perdido demasiado.

Que revolución hay en mi corazón,
Y eso sin haberme acercado a tu balcón,
Si que maravilla es el desencanto,
Si hace que todo se vea mejor imaginado.

Prefiero amores platónicos,
Consuelo de tontos solitarios,
Prefiero amores imposibles,
Consuelo de haber perdido demasiado.

Amores platônicos

Não me acercarei de teu jardim,
Nunca tocarei tua flor,
É melhor a fantasia para mim,
Tua leve presença e sua cor.

Nunca suspeitaste a metáfora,
E o que pode alcançar,
Nunca entenderás da suavidade,
Do que não sabe onde chegar.

Prefiro amores platônicos,
Consolo de tontos solitários,
Prefiro amores impossíveis,
Consolo de haver perdido demasiado.

E assim,
Com tua imagem me irei,
Da ilusão de haver-te desejado tanto,
Melhor,
Desvelo uma melodía,
Para fazer-lhe as honras a tua fantasia.

Prefiro amores platônicos,
Consolo de tontos solitários,
Prefiro amores impossíveis,
Consolo de haver perdido demasiado.

Que revolução há em meu coração,
E isso sem haver me acercado a teu balcão,
Sim, que maravilha é o desencanto,
Se faz com que tudo se veja melhor imaginado.

Prefiro amores platônicos,
Consolo de tontos solitários,
Prefiro amores impossíveis,
Consolo de haver perdido demasiado.

______________

Uma resposta para “Amor platônico

  1. Cleto, excepcional essa série de fotos, poemas e vídeo sobre a metáfora!

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